sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O alcaide alienígena
Para quem quer ler uma crítica bem fundamentada sobre as penúltimas do prefeito e sua turma. Artigo do Laudelino Sardá. Boa leitura.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Tiê
Toda vez que ouço essa música lembro da minha amiga Tiê. Em dezembro de 1996, quando ela voltou do Japão depois de ficar por cinco anos lá, fui visitá-la e ficamos horas conversando, botando as fofocas em dia. Lembro dela me perguntando se eu gostava de Elton John e, diante da resposta afirmativa, ter botado esse som.
Que saudade, minha amiga! Vou tomar aquela gelada hoje, em sua homenagem.
Que saudade, minha amiga! Vou tomar aquela gelada hoje, em sua homenagem.
domingo, 11 de outubro de 2009
Ausência, aniversários e nascimento
Simplesmente vergonhosa esta minha ausência por tanto tempo. Vou me esforçar para voltar a postar com maior frequência. De qualquer forma, muita coisa aconteceu desde a última postagem. Minha filha fez oito anos, meu irmão Jorge fez 41 e meu amigo Terry fez 50, numa festa muito boa - entre outros aniversários.
Ah, sem dúvida um acontecimento importante foi o nascimento da Maria Eduarda, nossa afilhada, filha do casal amigo Alexandre e Medianeira. Veio fortona e botando a boca no mundo. Força, amigos. Boa sorte na nova fase da vida.
Ah, sem dúvida um acontecimento importante foi o nascimento da Maria Eduarda, nossa afilhada, filha do casal amigo Alexandre e Medianeira. Veio fortona e botando a boca no mundo. Força, amigos. Boa sorte na nova fase da vida.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Vitória com jeitão de Corinthians
É claro que todo mundo gostaria que seu time fizesse sempre 5 a 0 - principalmente em clássicos e jamais fosse ameaçado nos jogos. Mas, cá entre nós, que coisa boa que é poder comemorar o aniversário ganhando um clássico de virada nos minutos finais, não?
A partida de ontem contra o Santos no Pacaembu tinha tudo para ser uma festa, mas começou a ser pintada com cores tristes aos 7' do 2º tempo. Todo mundo sabia que o Santos só tem aquela jogada - o George Lucas lança a bola na área pra ver no que dá. E deu no gol das sardinhas.
A coisa parecia que não ia. Era um tal de passe errado e de cruzar bola na área que era uma grandeza. E o Filipe deles fazendo alguns milagres. Até que num cruzamento desses um cabeceou todo torto e, naquela de bate na trave e fica pedindo "me chuta", o tal de Bill conseguiu enfiar o pé e empatar o jogo, aos 34', quando os peixeiros já fediam de tanto pular nas arquibancadas do "próprio da municipalidade" (adorei essa expressão, que nunca mais tinha ouvido).
Mas o melhor ainda estava por vir. Depois de uma jogada ensaiada sabe lá Deus onde - o Mano disse que não ensaiou aquilo, ao contrário do que muito treinador diria quando dá certo -, Chicão, injustamente acusado de fazer corpo mole no departamento médico pra forçar um aumento de salário, virou o jogo e deu números finais à partida. Isso aos 43'.
O final da partida? Ah, só a Fiel cantando e festejando a primeira vitória do ano do Centenário. Agora é esperar pela volta do Fenômeno e outros titulares e partir em busca do penta brasileiro.
A partida de ontem contra o Santos no Pacaembu tinha tudo para ser uma festa, mas começou a ser pintada com cores tristes aos 7' do 2º tempo. Todo mundo sabia que o Santos só tem aquela jogada - o George Lucas lança a bola na área pra ver no que dá. E deu no gol das sardinhas.
A coisa parecia que não ia. Era um tal de passe errado e de cruzar bola na área que era uma grandeza. E o Filipe deles fazendo alguns milagres. Até que num cruzamento desses um cabeceou todo torto e, naquela de bate na trave e fica pedindo "me chuta", o tal de Bill conseguiu enfiar o pé e empatar o jogo, aos 34', quando os peixeiros já fediam de tanto pular nas arquibancadas do "próprio da municipalidade" (adorei essa expressão, que nunca mais tinha ouvido).
Mas o melhor ainda estava por vir. Depois de uma jogada ensaiada sabe lá Deus onde - o Mano disse que não ensaiou aquilo, ao contrário do que muito treinador diria quando dá certo -, Chicão, injustamente acusado de fazer corpo mole no departamento médico pra forçar um aumento de salário, virou o jogo e deu números finais à partida. Isso aos 43'.
O final da partida? Ah, só a Fiel cantando e festejando a primeira vitória do ano do Centenário. Agora é esperar pela volta do Fenômeno e outros titulares e partir em busca do penta brasileiro.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O maior presidente de todos os tempos

Para finalizar os posts do aniversário do Corinthians (amanhã tem mais), uma justa homenagem ao maior presidente de todos os tempos: Vicente Matheus. Folclórico, engraçado, ditador...os adjetivos são muitos, mas um resume todas as qualidades de seu Vicente: Corinthiano!!!
Ser torcedor só na boa é fácil
Colocar camisa, ir pro estádio, dizer que é torcedor quando o time está bem, qualquer um faz. Quero ver é fazer tudo isso e declarar amor incondicional quando o time está mal, caindo pelas tabelas. Quero ver é a torcida só crescer quando o clube passa por um jejum brabo de títulos – como aconteceu com o Corinthians durante 22 anos, oito meses e seis dias de sofrimento, entre 6 de fevereiro de 1955 e 13 de outubro de 1977.
Isso valoriza ainda mais a homenagem de mestre Paulinho Nogueira ao Corinthians quando o jejum completou 20 anos, em 1974, naquela derrota para o Palmeiras. Os versos do refrão encerraram aquele texto que publiquei no post abaixo.
Meus 20 anos
Entre as belas homenagens que grandes compositores já fizeram ao Timão do povo, uma das mais tocantes é “Corinthians do meu coração”, do Toquinho, corinthiano de quatro costados e aluno de violão clássico de mestre Paulinho Nogueira.
Isso valoriza ainda mais a homenagem de mestre Paulinho Nogueira ao Corinthians quando o jejum completou 20 anos, em 1974, naquela derrota para o Palmeiras. Os versos do refrão encerraram aquele texto que publiquei no post abaixo.
Meus 20 anos
Entre as belas homenagens que grandes compositores já fizeram ao Timão do povo, uma das mais tocantes é “Corinthians do meu coração”, do Toquinho, corinthiano de quatro costados e aluno de violão clássico de mestre Paulinho Nogueira.
Começou o centenário
No dia do aniversário de 99 anos do Corinthians, procurei algo pra homenagear o timão do povo. encontrei este post no blog do Aloysio Nunes Ferreira, secretário da Casa Civil de São Paulo, que descobri agora ser corinthiano fanático.
99 anos de uma paixão
Comemoramos hoje os 99 anos do Sport Club Corinthians Paulista. Como corintiano, não poderia deixar de render minhas homenagens ao clube, minha paixão desde sempre e “propriedade” da maior torcida no estado de São Paulo. Porque está coberto de razão aquele que diz que “todo time tem uma torcida, mas só a torcida do Corinthians é quem tem um time”.
Corinthians cuja vitória em 1954 acompanhei pelas ondas do rádio na minha remota infância rio-pretense. Corinthians da Democracia Corintiana, corajoso movimento de resistência à ditadura militar. Corinthians protagonista da maior “invasão” já vista no Maracanã por uma torcida de fora do Rio de Janeiro, capaz de levar 70 mil fiéis a uma semifinal, mesmo após 22 anos sem ser campeão – período em que nossa torcida só cresceu, ao contrário do que era de se esperar. Mas, o Corinthians é isso mesmo: a inversão da lógica, a capacidade de superar obstáculos quando eles parecem intransponíveis. Como na decisão de 1977, contra uma Ponte Preta superior no papel, mas incapaz de resistir à força de uma nação.
Corinthians do pé-de-anjo Basílio, que libertou este povo sufocado por mais de duas décadas de sofrimento. Corinthians de Sócrates, Casagrande, Luizinho, Marcelinho, Ronaldo, Rivelino, Baltazar, Zé Maria, Palhinha, Wladimir, Gamarra, Neto, Biro-Biro e tantos outros.
Corinthians do povo, capaz de unir, nas arquibancadas do Pacaembu, desde o faxineiro até o presidente da empresa, numa paixão em comum descrita com perfeição nos versos do saudoso mestre Paulinho Nogueira:
“Ai, Corinthians, quando és o vencedor
Pobre fica milionário, rindo da própria dor.”
Parabéns, Corinthians!!
Pra acompanhar, dois vídeos que achei no Youtube pra ilustrar momentos citados por ele:
1) a invasão da Fiel ao Maracanã, na semifinal do Brasileiro de 1976, na narração emocionante de Osmar Santos.
2) o gol mais importante da história do futebol, o de Basílio, em 1977, que decretou a segunda abolição brasileira. Também na voz marcante de Osmar Santos.
99 anos de uma paixão
Comemoramos hoje os 99 anos do Sport Club Corinthians Paulista. Como corintiano, não poderia deixar de render minhas homenagens ao clube, minha paixão desde sempre e “propriedade” da maior torcida no estado de São Paulo. Porque está coberto de razão aquele que diz que “todo time tem uma torcida, mas só a torcida do Corinthians é quem tem um time”.
Corinthians cuja vitória em 1954 acompanhei pelas ondas do rádio na minha remota infância rio-pretense. Corinthians da Democracia Corintiana, corajoso movimento de resistência à ditadura militar. Corinthians protagonista da maior “invasão” já vista no Maracanã por uma torcida de fora do Rio de Janeiro, capaz de levar 70 mil fiéis a uma semifinal, mesmo após 22 anos sem ser campeão – período em que nossa torcida só cresceu, ao contrário do que era de se esperar. Mas, o Corinthians é isso mesmo: a inversão da lógica, a capacidade de superar obstáculos quando eles parecem intransponíveis. Como na decisão de 1977, contra uma Ponte Preta superior no papel, mas incapaz de resistir à força de uma nação.
Corinthians do pé-de-anjo Basílio, que libertou este povo sufocado por mais de duas décadas de sofrimento. Corinthians de Sócrates, Casagrande, Luizinho, Marcelinho, Ronaldo, Rivelino, Baltazar, Zé Maria, Palhinha, Wladimir, Gamarra, Neto, Biro-Biro e tantos outros.
Corinthians do povo, capaz de unir, nas arquibancadas do Pacaembu, desde o faxineiro até o presidente da empresa, numa paixão em comum descrita com perfeição nos versos do saudoso mestre Paulinho Nogueira:
“Ai, Corinthians, quando és o vencedor
Pobre fica milionário, rindo da própria dor.”
Parabéns, Corinthians!!
Pra acompanhar, dois vídeos que achei no Youtube pra ilustrar momentos citados por ele:
1) a invasão da Fiel ao Maracanã, na semifinal do Brasileiro de 1976, na narração emocionante de Osmar Santos.
2) o gol mais importante da história do futebol, o de Basílio, em 1977, que decretou a segunda abolição brasileira. Também na voz marcante de Osmar Santos.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
PH
Meu amigo Paulo Henrique realiza hoje um grande sonho: foi de mala, cuia e Renata a tiracolo fazer a vida no Canadá, aquele imenso bloco de gelo onde as pessoas têm um urso polar como bicho de estimação :o)
Há anos que ele tentava a autorização para imigrar. Agora que conseguiu, espero que seja bastante feliz e que tudo dê certo por lá. Foi uma pena não ter conseguido falar com ele por estes dias. A correria dos preparativos para uma viagem que pretende ser muito mais longa que as habituais tomou todo o tempo dos dois. E eu, que por várias vezes prometi uma visita a eles no final de semana em Balneário Camboriú, acho que vou demorar um pouquinho mais para vê-los.
Boa sorte, meus amigos. Quem sabe um dia vamos dar um passeio em Vancouver.
Há anos que ele tentava a autorização para imigrar. Agora que conseguiu, espero que seja bastante feliz e que tudo dê certo por lá. Foi uma pena não ter conseguido falar com ele por estes dias. A correria dos preparativos para uma viagem que pretende ser muito mais longa que as habituais tomou todo o tempo dos dois. E eu, que por várias vezes prometi uma visita a eles no final de semana em Balneário Camboriú, acho que vou demorar um pouquinho mais para vê-los.
Boa sorte, meus amigos. Quem sabe um dia vamos dar um passeio em Vancouver.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Meu avô Waldomiro
Hoje faz 20 anos que meu avô paterno, Waldomiro, morreu, aos 84 anos. Até então, o único parente mais próximo que havia morrido tinha sido o tio Antonio, irmão da minha avó Lícia. Isso, no entanto, já fazia pouco mais de sete anos.
Não me lembro de nada de especial que tenha feito aquele dia. Tinha recém começado o cursinho pré-vestibular e meus dias passaram a ser compostos de aula pela manhã na escola, algum trabalho doméstico ou educação física à tarde e cursinho à noite.
E foi exatamente no cursinho que aconteceu comigo algo que eu tinha visto com várias outras pessoas em todos os anos da minha vida escolar. Assim que voltamos do intervalo e começou a aula de Física, uma funcionária do cursinho bateu à porta e chamou o professor Marcelo. O cara olhou pra sala e disse:
– Marcelo de Oliveira Santos! Quem é o desgraçado que está atrapalhando minha aula?
Na hora eu levantei pra ver o que era, quando a funcionária soltou as palavras que eu jamais gostaria de ouvir:
– Traz seu material!
Desabei na cadeira, olhei para meu amigo Luiz Fernando, sentado ao meu lado, e falei:
– Meu avô morreu!
Eu já sabia. Durante anos eu havia visto aquilo. No meio da aula na escola, um funcionário entrava na sala e chamava alguém. Na hora em que a pessoa ia levantando, ouvia que era pra levar junto o material. Era batata: no dia seguinte, o colega contava que algum parente havia morrido. Só que nunca havia acontecido comigo. Bom, pra tudo tem uma primeira vez.
Agora, em homenagem ao meu avô, dois exemplos do que ele mais gostava: música caipira.
Tonico e Tinoco cantando “Pingo d’água”, de João Pacífico e Raul Torres.
Aqui, Inezita Barroso canta "Saudades de Matão", de Raul Torres e Antenógenes Silva. Inezita é a apresentadora do programa que meu avô mais gostava, o "Viola, minha viola", há mais de 30 anos no ar na TV Cultura.
Não me lembro de nada de especial que tenha feito aquele dia. Tinha recém começado o cursinho pré-vestibular e meus dias passaram a ser compostos de aula pela manhã na escola, algum trabalho doméstico ou educação física à tarde e cursinho à noite.
E foi exatamente no cursinho que aconteceu comigo algo que eu tinha visto com várias outras pessoas em todos os anos da minha vida escolar. Assim que voltamos do intervalo e começou a aula de Física, uma funcionária do cursinho bateu à porta e chamou o professor Marcelo. O cara olhou pra sala e disse:
– Marcelo de Oliveira Santos! Quem é o desgraçado que está atrapalhando minha aula?
Na hora eu levantei pra ver o que era, quando a funcionária soltou as palavras que eu jamais gostaria de ouvir:
– Traz seu material!
Desabei na cadeira, olhei para meu amigo Luiz Fernando, sentado ao meu lado, e falei:
– Meu avô morreu!
Eu já sabia. Durante anos eu havia visto aquilo. No meio da aula na escola, um funcionário entrava na sala e chamava alguém. Na hora em que a pessoa ia levantando, ouvia que era pra levar junto o material. Era batata: no dia seguinte, o colega contava que algum parente havia morrido. Só que nunca havia acontecido comigo. Bom, pra tudo tem uma primeira vez.
Agora, em homenagem ao meu avô, dois exemplos do que ele mais gostava: música caipira.
Tonico e Tinoco cantando “Pingo d’água”, de João Pacífico e Raul Torres.
Aqui, Inezita Barroso canta "Saudades de Matão", de Raul Torres e Antenógenes Silva. Inezita é a apresentadora do programa que meu avô mais gostava, o "Viola, minha viola", há mais de 30 anos no ar na TV Cultura.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Calculadora humana
Das habilidades que eu tenho - e que desenvolvi com o tempo - a que mais chama a atenção é a capacidade de cálculo. Porém, nada se compara a esse alemão aí. Vale a pena assistir ao vídeo de pouco mais de 11 minutos.
Reparem que no desafio final, numa rádio australiana, o apresentador fez o que se deve fazer para dificultar um pouquinho a vida das calculadoras humanas: escolheu um número primo.
Reparem que no desafio final, numa rádio australiana, o apresentador fez o que se deve fazer para dificultar um pouquinho a vida das calculadoras humanas: escolheu um número primo.
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